quinta-feira, 27 de novembro de 2014

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

26/11

A União Soviética quase fez um fiasco na Segunda Guerra Mundial.
Stalin assinou um pacto de não agressão com Hitler, que foi rasgado pelo alemães, que invadiram o Leste Europeu.
A União Soviética não estava preparada, faltava planejamento, faltava tudo.
Aposto que algum assessor do Stalin estava fazendo algum Planejamento Estratégico na época.
Os alemães chegaram às portas de Moscou.
E invadiram a cidade que levava o nome de Stalin: Stalingrado.
Estavam botando as mãos nas reservas de petróleo da União Soviética.
O Exército Vermelho já estava atravessando o rio que dividia Stalingrado, para fugir dos tanques Panzer e da Luftwaffe.
Era o fim do Império Comunista.
E muitos deviam estar comemorando essa derrota.
Então, o impossível aconteceu.
A Rússia virou a guerra.
Venceu os alemães, até hastear a bandeira da foice e do martelo no Reichstag.
De um fiasco, surgiu a vitória épica.
Os russos comemoram esta batalha até hoje.
É um exemplo de heroísmo.
Falo isso para os jornalistas que criticam os gremistas que recordam da Batalha dos Aflitos.
Não comemoramos o fiasco de termos jogado a Segunda Divisão.
Comemoramos a vitória sobre uma derrota dada como certa.
Celebramos que vimos o time do Grêmio sendo despedaçado em campo e mesmo assim, suportamos a pressão.
Quem não recorda o que sentiu naquele dia?
A cada minuto, a situação se agravava.
Escalona expulso. No momento eu pensei: Meu Deus, tem muito tempo de jogo ainda.
Depois o pênalti e todo o caos que foi aquela eternidade até ele ser cobrado.
E eu só pensando que o Grêmio não ia sobreviver com mais um ano na série B.
Então veio a cobrança. E o Galatto. 
Não vi a cobrança, estava com os olhos fechados.
Mas ouvi o Marcos Couto narrando: GGGGGGGGG.
Pensei: "Gol".
Mas a narração virou: GAAALLLAAATTTTOOO
No "GAAA" eu pensei: peraí... GA ??? É Galatto!!!
E o milagre ocorreu.
Mesmo com a defesa do Galatto, eu pensei: não vamos suportar com tantos expulsos até o final do jogo... vai ter muito tempo de acréscimo.

Então, bola para o Anderson...
Quem não ficou de boca aberta?
Quem não gritou por não acreditar no que estava vendo?
Qual secador não pensou: "Só o Grêmio mesmo"...


Auxílio

Quem entendeu a charge do Marco Aurélio, na ZH de hoje, por favor, me explique.
Hoje tá complicado de entender o "humor" do cartunista.

A tese do WC

Se ocorrer um assalto na Avenida Ipiranga ou na Érico Veríssimo, a RBS deve indenizar a vítima.
Se ocorrer um acidente de trânsito na Avenida Ipiranga ou na Érico Veríssimo, a RBS deve indenizar a vítima.
Absurdo?
Não.
É a tese do WC na Zero Hora de hoje, ao afirmar que o Grêmio deve indenizar o torcedor que foi atingido por dois disparos da Brigada Militar, sendo que o fato ocorreu na via pública.
Não estou criticando o torcedor.
Este blog lutou muito para que o Governo do Estado apontasse os culpados pelo crime que foi cometido.
Estou criticando esta tese que o WC tenta plantar, de jogar no colo do Grêmio o dever de indenizar.
Lembrando que o próprio WC achou um absurdo quando a procuradoria do STJD tentou condenar o Inter pela agressão sofrida pelo André Santos, sendo que o WC afirmou que o Inter não podia ser condenado pois o fato ocorreu fora do estádio.
É dose.



A pança do Thiago Heleno

Podem chamar de paranoia.
Podem chamar de mania de perseguição.
Mas que foto escrota que escolheram para ilustrar a matéria do interesse do Grêmio no Thiago Heleno.
Tá na página 38 da ZH de hoje.
O jogador está com o corpo todo torcido.
E, na foto, ele parece ter uma barriga de bancário em véspera de se aposentar.
Se fosse um jogador para vir para o Inter, escolheriam uma foto do jogador marcando um gol contra o Grêmio.
É dose.