terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

E segue o silêncio na mídia

Essa notícia saiu no final de semana.
Até agora, passadas 48 horas, nenhuma linha saiu nos jornais locais.
Nada.
Notícia que informa que um clube gaúcho deve quase R$20 milhões ao Banco Central.
Será que não é relevante para a imprensa local?
Detalhe: a multa é por ILÍCITO CAMBIAL.

Tá aqui: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,bc-vai-a-justica-cobrar-r-39-8-bi-em-multas-de-empresas-e-clubes-de-futebol,176930,0.htm

Como o Estadão é um veículo de imprensa democrático e pratica a Liberdade de Expressão (não fica só no discurso demagógico), estou publicando a imagem da notícia:





Caderno de um colorado

Olhem a contribuição do leitor

Um caderno encontrado em um mercado de Porto Alegre.  


  

Paizão e a concentração

Como diz o RW, eles estão atacando em bloco.
Só vejo elogios na imprensa pelo fim da concentração.
Pedido dos jogadores que foi atendido pelo Paizão.
"Na Europa é assim", dizem.
"É um método moderno", dizem.
Só elogios na mídia.
Dunga foi chamado justamente para colocar ordem nesse grupo.
Foi demitido por ser muito amigo dos jogadores.
Agora o Paizão liberou geral.
Os jogadores devem estar brindando.
Literalmente.
 

A culpa pelo rojão

Sempre que escutava um problema envolvendo a torcida do Inter no Beira-Rio escutava jornalistas isentos dizendo:
- "ah, não tem prova de que foi um torcedor do Inter".
- "pode ter sido um torcedor infiltrado querendo prejudicar o Inter".
Sempre falaram isso.
Quando é com o Grêmio, antes mesmo de identificar o torcedor já sabem até de que torcida organizada do Grêmio esta pessoa pertence.
Para deixar bem claro:
Sou contra rojões no estádio.
É um perigo para quem está torcendo, para os atletas e até é perigoso para o animal que está lançando o rojão.
Além do óbvio: é proibido.
Agiu errado o torcedor.
Agiu errado a Brigada Militar que não revistou o torcedor direito.
Brigada Militar que enche o saco com as pilhas que a gente leva para o rádio ou câmera digital no estádio mas deixa passar um rojão.
Cabe ao Grêmio identificar o torcedor e encaminhar a questão para as autoridades.
E, caso o torcedor seja punido, que se impeça o acesso dele aos estádios.
Há tempo que eu falo que deveria ter o registro biométrico nos estádios.
Ou simplesmente, usar o cadastro na carteira do sócio ou de torcedor para bloquear o acesso daquela carteira ao estádio.
Simples.
Mas não fazem isso.
O que me preocupa é que já se fala em punição ao Grêmio.
Com o Grêmio não tem pena em cestas básicas.
É interdição do estádio, de dois a dez jogos e multa.
Punição aplicável pelo Tribunal da FGF, o mesmo Tribunal que disse que o Inter não precisava fazer exame de dopagem se não quisesse.
Ninguém levantou a tese de que "não tinha prova de que era um torcedor do Grêmio".
Ninguém levantou a tese de que "poderia ser alguém infiltrado na torcida querendo prejudicar o Grêmio."

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

E as notas foram para a capa

Eu perdi o interesse pela tal cotação dos atletas que a ZH faz.
Não vou ficar me estressando lendo tais notas delirantes e absurdas.
Vale apenas o registro quando eles colocam que o Fred faz um gol de Champions League, por exemplo.

Mas hoje eles se superaram.
Colocaram a nota do Zé Roberto e do Dalessandro na capa.
Confesso que a princípio não entendi o que era aquilo.
Estava escrito CINCO ao lado da foto do Zé Roberto.
E OITO ao lado da foto do Dalessandro.
Achei que eram os pontos que os clubes tinham no campeonato.
Mas não.
Eram as "notas".
As importantes notas.
Foram para a capa.
É dose.